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Hereditariedade e esclerose lateral amiotrófica

Aproximadamente 5% a 10% dos casos de esclerose lateral amiotrófica são hereditários (a esclerose lateral amiotrófica familiar). Nesses pacientes, a doença é transmitida como um traço dominante autossômico. Isso significa que, com base na estatística, 50% da prole dessas famílias identificadas sejam afetadas. Em outras palavras, os filhos de pessoas com esclerose lateral amiotrófica familiar têm uma chance de 50% de não ter a doença ou de tê-la.

Nos outros pacientes com esclerose lateral amiotrófica (90% a 95%), não há nenhum fator hereditário evidente e, por essa razão, as crianças não têm risco de herdar a doença. Na ELA familiar, a doença é fortemente dominante e habitualmente existe uma história de um antecessor direto com a doença.

Houve muito progresso na área de pesquisa da esclerose lateral amiotrófica familiar. As informações a seguir ressaltam os avanços recentes. A Associação de ALS, nos Estados Unidos, ampliou seus esforços de patrocínio nessa área de pesquisa muito importante.

Última atualização: 18/04/2007

Avanços nos conhecimentos da atividade do SOD1 mutante
Enzima deficiente identificada como causa da ELA herdada

Descoberta do gene da esclerose lateral amiotrófica familiar

 

 

 

 

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Última atualização: 27/04/2011
 
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